Para quem desaprendeu a amar

Esta é uma carta de amor a todos aqueles que desaprenderam a amar.

É, eu sei que dói, sei que a ferida fica exposta e tudo que todos fazem, é abri-la mais, expô-las mais. Expor a dor e a vergonha, o medo fica estampado em sua face e você simplesmente fica estática na sua cadeira porque não sabe mais o que fazer, como andar, e tampouco sorrir. É angustiante, sabe? A forma como a dor nos paralisa e nos enfraquece. Queria poder te falar que logo, logo irá passar, que ela se vai sem nenhuma marca ou arranhão, mas desculpa, eu não posso. Continuar lendo “Para quem desaprendeu a amar”

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O peso do amor eterno

“Você chegou como uma enchente. Aquela água nervosa que chega e devasta tudo. O céu preto e o vento frio, antecipando a tempestade. E você era a tempestade; eu procurei abrigo debaixo da nuvem mais densa que existira. Caiu como um raio em mim. Entrou nas minhas lacunas levando tudo que havia aqui. Sorriso, esperança, expectativa, amor próprio, liberdade, virgindade. Arrancou daqui de dentro tudo que estava guardado; ganhou espaço onde não te cabia… e eu me deixei levar. Continuar lendo “O peso do amor eterno”