Ler sempre que me sentir insegura

Para quem já enfrentou e sabe o peso de uma baixa autoestima….

Amar-se um dia foi, para mim, o verbo de mais difícil conjugação. Continuar lendo “Ler sempre que me sentir insegura”

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Para meu eu de agora: muita calma!

Ao me olhar no espelho enxergo um milhão de perguntas: “o que eu to fazendo aqui?”, “quem eu sou?”, “o que será do meu futuro?”, “onde eu vou chegar?”, e junto delas um nó na garganta se dá em lugar das respostas. Meu eu é o meu pior inimigo, e minha mente traz à tona um turbilhão de sentimentos… a vontade de chorar, o desejo de sumir vence o desejo de lutar para vencer, a angústia de ver todos ao redor conquistando seus troféus e a minha rotina sobrevive leviana. Gritar parece o único caminho a frente. Continuar lendo “Para meu eu de agora: muita calma!”

O peso do amor eterno

“Você chegou como uma enchente. Aquela água nervosa que chega e devasta tudo. O céu preto e o vento frio, antecipando a tempestade. E você era a tempestade; eu procurei abrigo debaixo da nuvem mais densa que existira. Caiu como um raio em mim. Entrou nas minhas lacunas levando tudo que havia aqui. Sorriso, esperança, expectativa, amor próprio, liberdade, virgindade. Arrancou daqui de dentro tudo que estava guardado; ganhou espaço onde não te cabia… e eu me deixei levar. Continuar lendo “O peso do amor eterno”

Do meu fundo do poço – A depressão.

A doença do século. Eu tive a doença do século. Sim, tive. Ficou no passado, lá atrás; encaixado em dias tão longos que eu jamais desejaria voltar a vivê-los. Ela passou, mas as memórias ficaram. Ficaram para me relembrar que a vida é bonita e colorida nos seus mínimos detalhes – mesmo que nesse momento não pareça. Continuar lendo “Do meu fundo do poço – A depressão.”