Ler sempre que me sentir insegura

Para quem já enfrentou e sabe o peso de uma baixa autoestima….

Amar-se um dia foi, para mim, o verbo de mais difícil conjugação. Continuar lendo “Ler sempre que me sentir insegura”

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Para meu eu de agora: muita calma!

Ao me olhar no espelho enxergo um milhão de perguntas: “o que eu to fazendo aqui?”, “quem eu sou?”, “o que será do meu futuro?”, “onde eu vou chegar?”, e junto delas um nó na garganta se dá em lugar das respostas. Meu eu é o meu pior inimigo, e minha mente traz à tona um turbilhão de sentimentos… a vontade de chorar, o desejo de sumir vence o desejo de lutar para vencer, a angústia de ver todos ao redor conquistando seus troféus e a minha rotina sobrevive leviana. Gritar parece o único caminho a frente. Continuar lendo “Para meu eu de agora: muita calma!”

Porta da frente

Tu bateste à porta e eu te deixei entrar. Te levei ao sofá da sala, perguntei se estava bem. Pode ficar à vontade. Te deixei simplesmente estar aqui comigo porque tu me disseste que eu não estava bem sozinho; precisava de ti. Aceitei-o na minha casa, no meu íntimo secreto. Estava tudo bem — tu estavas comigo, me dizias que era o suficiente. Eu acreditava. Então tu querias que eu ficasse confortável, não me deixava levantar do sofá. Assim permaneci. Continuar lendo “Porta da frente”

O peso do amor eterno

“Você chegou como uma enchente. Aquela água nervosa que chega e devasta tudo. O céu preto e o vento frio, antecipando a tempestade. E você era a tempestade; eu procurei abrigo debaixo da nuvem mais densa que existira. Caiu como um raio em mim. Entrou nas minhas lacunas levando tudo que havia aqui. Sorriso, esperança, expectativa, amor próprio, liberdade, virgindade. Arrancou daqui de dentro tudo que estava guardado; ganhou espaço onde não te cabia… e eu me deixei levar. Continuar lendo “O peso do amor eterno”